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Empresa | LRI Automação Industrial

LRI Automação Industrial: engenharia de monitores DC, conversores de energia e soluções customizadas para telecom e automação, com sede em São Paulo e Porto Alegre.


Quem somos

A LRI Automação Industrial é uma empresa de engenharia eletrônica fundada nos anos 1990 [validar ano exato de fundação], voltada ao projeto, fabricação e suporte de equipamentos para monitoração de energia DC, conversão de potência e integração de sistemas em ambientes industriais críticos. A casa nasceu de duas convicções que continuam regendo cada projeto: equipamento industrial não pode falhar em silêncio, e cibersegurança em automação deixou de ser opcional há pelo menos uma década.

A operação combina equipe de engenharia eletrônica de hardware, firmware embarcado, automação de testes e suporte de campo. O portfólio inclui famílias de produtos próprios, hoje encabeçados pelo monitor de banco de baterias AEM-60DC8, e projetos sob encomenda para operadoras de telecom, integradores de subestação, montadoras de painel e grandes contas industriais privadas.

A LRI não é uma revenda. Todo equipamento de marca própria sai dos laboratórios brasileiros, com hardware, firmware, ensaios e calibração documentados internamente. Esse controle vertical é o que sustenta o compromisso público com Secure by Design, com manutenção de longo prazo e com a possibilidade de tratar requisitos específicos de cliente sem precisar negociar com matriz estrangeira.

Missão

A missão da LRI é colocar engenharia industrial confiável e cibersegurança ao alcance de operadoras, integradores e indústrias brasileiras, sem o markup de marca importada e sem abrir mão de critérios técnicos. Concretamente, isso significa equipamentos que sobrevivem ao ambiente real (transientes elétricos, temperatura industrial, vibração, poeira), com canais de manutenção rastreáveis, documentação técnica que respeita o leitor, e arquiteturas de software que não tratam segurança como item de marketing.

Em termos práticos, essa missão se traduz em três compromissos verificáveis: ciclo de vida mínimo de 10 anos para produtos próprios, com peças de reposição e suporte de firmware; documentação Modbus completa e versionada disponível ao integrador desde a proposta comercial; e adesão incremental à IEC 62443-4-2 em todo produto novo, com matriz de conformidade publicada.

Áreas de atuação

A LRI atua em três frentes técnicas que compartilham o mesmo conjunto de competências de hardware e firmware.

Monitoração de energia DC. Família AEM, hoje representada pelo AEM-60DC8 (v1.03, 147 holding registers Modbus RTU), voltada a bancos de baterias estacionárias em sites de telecom, salas de comando de subestação, data centers e plantas industriais. Equipamentos com leitura por string, alarmes configuráveis, log local e integração via Modbus RTU como slave.

Conversão e condicionamento de energia. Conversores DC-DC industriais, fontes redundantes para painéis, módulos auxiliares de proteção e medição. Linha desenvolvida historicamente para complementar a base instalada de retificadores de telecom e demandas específicas de subestação.

Soluções customizadas. Projetos sob encomenda para clientes com requisitos que fogem do catálogo: hardware integrado a um SCADA específico, ensaios em conformidade com norma de cliente, variantes mecânicas para painéis especiais, ou módulos que combinam medição DC com comunicação proprietária. Este braço é o que mantém o time de engenharia em contato direto com o problema real do cliente.

Sede e operação

A LRI mantém duas operações no Brasil. A sede técnica fica em São Paulo, com o time de engenharia eletrônica, laboratório de ensaios e suporte de pré-venda. A operação de Porto Alegre concentra atividades complementares de engenharia, integração e suporte para a região Sul e parte do Cone Sul.

A combinação não é redundância: cada unidade tem foco operacional diferente. São Paulo lida com a maior parte das contas de telecom nacional e indústria, enquanto Porto Alegre tem proximidade física com clientes do Sul e com parte da cadeia de fornecimento de componentes, plásticos e usinagem. Ambas as unidades operam sob o mesmo sistema de controle de versão de firmware, mesmo processo de FAT e mesmas chaves de assinatura de firmware. Não existe firmware paralelo nem cadeia de produção descoordenada.

O quadro de funcionários atual é de aproximadamente [validar número exato] colaboradores, com perfil predominantemente técnico (engenheiros eletrônicos, engenheiros de firmware, técnicos de laboratório e operação).

Compromisso com Secure by Design

A LRI investe em IEC 62443 porque o cenário de cibersegurança industrial brasileiro mudou de forma irreversível. Operadoras de telecom passaram a exigir, em editais e acordos de fornecimento, requisitos explícitos de assinatura de firmware, anti-rollback e modelo de ameaça documentado. O setor elétrico já trata cibersegurança como item regulatório. Indústrias com processos críticos seguem o mesmo caminho.

Adotar Secure by Design em um produto de monitoração DC, que tradicionalmente seria visto como periférico inofensivo, é uma decisão de engenharia. Um monitor comprometido em um site de telecom pode mascarar alarmes de banco esgotado, falsear telemetria para o NOC e, no limite, servir como porta de entrada lateral para a rede de gerência. A LRI considera esse vetor de ataque real e tratou o AEM-60DC8 como dispositivo de borda relevante para a segurança da operação.

Na prática, isso significou: chave Ed25519 dedicada, gravada em OTP no SoC; bootloader que valida assinatura e contador anti-rollback antes de executar qualquer firmware; particionamento A/B com fallback automático; e mapa de holding registers documentado, sem registros ocultos. O whitepaper de segurança do AEM-60DC8 documenta a matriz de conformidade com o subset relevante da IEC 62443-4-2 SL2 [validar versão final].

A próxima etapa do roadmap interno é levar o mesmo conjunto de práticas para os demais produtos da linha e para projetos sob encomenda.

Parcerias e distribuição

A LRI atua diretamente nos contratos de fornecimento técnico com operadoras de telecom e indústria no Brasil, e via parceiros para distribuição capilar em regiões específicas e em mercados de exportação.

Em 2026 foi formalizada uma parceria com a Teracom Brasil [validar nome legal e escopo final do acordo] para ampliar a distribuição da linha AEM em contas de telecom regional e expansão para outros países da América Latina. O acordo prevê treinamento técnico do time da Teracom, base de demonstração instalada e suporte conjunto pós-venda, sem alterar o canal direto que a LRI mantém com clientes corporativos nacionais.

Outras parcerias incluem integradores de painel elétrico, especialistas em automação de subestação e laboratórios de calibração credenciados [validar lista pública atualizada]. A LRI não opera com revendedores não-técnicos: todo parceiro precisa demonstrar competência mínima para instalar, comissionar e fazer primeiro nível de suporte.

Time e cultura

A cultura técnica da LRI é resumida em três premissas internas. Primeira, equipamento é entregue funcionando e funcionando bem; documentação, ensaios e calibração são parte do produto, não anexo opcional. Segunda, automação de processos internos liberou o time de engenharia para o trabalho não trivial: pipeline de build de firmware, ensaios automatizados, scripts de FAT e ferramentas internas são desenvolvidos com o mesmo rigor de um produto. Terceira, sêniores escrevem código e abrem osciloscópio; arquitetura sem contato com a realidade do bench não se sustenta.

A equipe atual combina engenheiros eletrônicos com vivência longa em hardware industrial, desenvolvedores de firmware embarcado em C com background em sistemas críticos, profissionais de teste e calibração, suporte técnico de campo e a estrutura administrativa mínima necessária. Não há time de marketing inflado: a comunicação técnica é feita pela própria engenharia, e o site é parte desse trabalho.

A LRI investe em treinamento interno regular sobre IEC 62443, segurança de boot, técnicas de teste automatizado e práticas modernas de versionamento de firmware. A premissa é que cibersegurança aplicada não é um certificado pendurado na parede: é uma prática diária.

Como entrar em contato

A LRI prefere conversas técnicas diretas. Para propostas, dúvidas de integração, requisitos de projeto customizado, demonstração de equipamento ou suporte pós-venda, os canais oficiais são:

  • E-mail comercial: [email protected]
  • E-mail técnico: [email protected]
  • Telefone São Paulo: [validar número atual da central]
  • Telefone Porto Alegre: [validar número atual da central]
  • Formulário web: aem.lri.com.br/contato

Para integradores e operadoras, a equipe técnica responde a especificações Modbus, mapas de holding registers, requisitos de FAT e SAT, e a propostas de personalização sem intermediário comercial.